sábado, 18 de agosto de 2018

ONU determina que Lula concurra a las elecciones y que sus derechos sean respetados - ONU determina que Lula concorra às eleições e que tenha seus direitos respeitados

El órgano atendió la demanda de los abogados, apuntando que el petista tampoco puede tener negado el acceso a la prensa

El posicionamiento del órgano de la ONU se basó en las potenciales violaciones del Pacto Internacional sobre Derechos Civiles y Políticos/ Posicionamento de órgão da ONU se baseou em potenciais violações ao Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos. / Ricardo Stuckert

Redacción | Brasil de Fato

El Comité de Derechos Humanos de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) determinó el viernes que el Estado brasileño tome medidas para garantizar los derechos políticos de Luiz Inacio Lula da Silva como candidato.

La decisión, con carácter de mandato, atendió la petición de los abogados brasileños del petista Valeska Teixeira Zanin Martins y Cristiano Zanin Martins, además del británico Geoffrey Robertson.

La decisión apunta a la necesidad de que Brasil, por medio de sus autoridades, "tome todas las medidas necesarias para permitir que el autor [Lula] disfrute y ejercite sus derechos políticos desde la prisión como candidato en las elecciones presidenciales de 2018, incluyendo acceso apropiado a la prensa y a miembros de su partido político ". El documento continúa afirmando que es necesario "no impedir que el autor [Lula] concurra en las elecciones presidenciales de 2018 hasta que todos los recursos pendientes de revisión contra su condena sean completados en un procedimiento justo y que la condena sea final".

La posición del Comité se basó en la potencial violación del artículo 25 del Pacto de Derechos Civiles de la ONU, del que Brasil es signatario desde 1992, y la posibilidad de ocurrencia de daños irreparables a Lula. En 2009, el país reconoció la jurisdicción del Comité.

El referido artículo estipula que "todo ciudadano tendrá el derecho y la posibilidad, sin ninguna de las formas de discriminación y sin restricciones infundadas: a) de participar en la conducción de los asuntos públicos, directamente o por medio de representantes libremente escogidos; b) de votar y de ser elegido en elecciones periódicas, auténticas, realizadas por sufragio universal e igualitario y por voto secreto, que garanticen la manifestación de la voluntad de los electores, c) de tener acceso, en condiciones generales de igualdad, a las funciones públicas de su país".

En una nota, los abogados de Lula afirman que, a partir del posicionamiento del Comité, "ningún órgano del Estado brasileño podrá presentar ningún obstáculo para que el ex Presidente Lula pueda concurrir en las elecciones presidenciales de 2018 hasta la existencia de una decisión transitada en juzgado un proceso justo, así como será necesario franquearle el acceso irrestricto a la prensa ya los miembros de su coalición política durante la campaña ".

Traducción Rita Blanco y traductor de Google

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O Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) determinou nesta sexta-feira (17) que o Estado brasileiro tome providências no sentido de garantir os direitos políticos de Luiz Inácio Lula da Silva enquanto candidato.

A decisão, com caráter liminar, atendeu pedido dos advogados brasileiros do petista Valeska Teixeira Zanin Martins e Cristiano Zanin Martins, além do britânico Geoffrey Robertson.

A decisão aponta para a necessidade de que o Brasil, por meio de suas autoridades, “tome todas as medidas necessárias para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido político”. O documento continua afirmando ser necessário “não impedir que o autor [Lula] concorra nas eleições presidenciais de 2018 até que todos os recursos pendentes de revisão contra sua condenação sejam completados em um procedimento justo e que a condenação seja final”.

A posição do Comitê se baseou na potencial violação do artigo 25 do Pacto de Direitos Civis da ONU, do qual o Brasil é signatário desde 1992, e a possibilidade de ocorrência de danos irreparáveis a Lula. Em 2009, o país reconheceu a jurisdição do Comitê.

O referido artigo estipula que “todo cidadão terá o direito e a possibilidade, sem qualquer das formas de discriminaçãoe sem restrições infundadas:a) de participar da condução dos assuntos públicos, diretamente ou por meio de representantes livremente escolhidos; b) de votar e de ser eleito em eleições periódicas, autênticas, realizadas por sufrágio universal e igualitário e por voto secreto, que garantam a manifestação da vontade dos eleitores;c) de ter acesso, em condições gerais de igualdade, às funções públicas de seu país”.

Em nota, os advogados de Lula afirmam que, a partir do posicionamento do Comitê, “nenhum órgão do Estado Brasileiro poderá apresentar qualquer obstáculo para que o ex-Presidente Lula possa concorrer nas eleições presidenciais de 2018 até a existência de decisão transitada em julgado em um processo justo, assim como será necessário franquear a ele acesso irrestrito à imprensa e aos membros de sua coligação política durante a campanha”.

Fuente: Brasil de Fato
Licencia: CC BY-ND

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